Quaterna Réquiem

A banda brasileira Quaterna Réquiem pode ser apontada como um dos grandes valores mundiais do rock progressivo nos anos 90. Formado em 1986, no Rio de Janeiro, a partir das cinzas do grupo Vitral (que incluia os "cabeças do Quaterna, os irmãos Elisa e Claudio), dissolvido, entre outros motivos, pela saída de Wiermann (instrumentista profissional) para uma série de concertos pelo país, o primeiro Quaterna Réquiem com Dantas e alguns outros membros da formação do LP, apresenta-se exatas duas vezes antes de também debandar. O som do grupo, na época, era bem mais primitivo do que o que seria conhecido no futuro. Com ofim da série de concertos, Wiermann retorna ao Rio e, junto com o irmão Dantas, ressuscita a idéia de uma banda de rock progressivo. O ano, 1987. (Re)nascia o Quaterna Réquiem.
Após vários shows e algum entra-e-sai na formação (agora com Wiermann, Dantas, o violinista Kl;ber Vogel, o guitarristas Jones junior e o baixista Marco Lauria), a banda lança, em 1990, o LP "Velha Gravura", reeditado em 1993, em Cd, com duas faixas extras. Apesar do sucesso junto ao público do gênero, o Quaterna passaria por profundas mudanças no ano seguinte. Júnior deixa a banda no final de 1991 e é substituído pelo guitarrista Saulo. Com esse "line-up", a banda dá seu mais famoso show (22 de fevereiro de 1992, no MAM do Rio) antes da saída de Vogel. O violinista, junto com Júnior, daria início à banda progressiva Kaizen (lançado em CD em fins de 1994).
Nova fase para o carioca Quaterna Réquiem: o novo guitarrista Saulo convoca um amigo, o baixista Álvaro Seabra, para o grupo. Essa nova formação não dura mais que alguns meses e cerca de cinco ou seis shows (com muitos trabalhos novos). O Quaterna estava de volta ao início da estrada, ou seja, reduzido aos irmãos Elisa e Cláudio. Mas isso não seria, como chegou a circular, o fim do conjunto. A banda resiste com apenas dois membros e mais dois (excelentes) músicos convidados, o baixista Fábio Fernandez e o guitarrista Roberto Crivano, ambos da banda progressiva Agne Luz (também do Rio). Essa formação daria um show em 1993, no SESC da cidade de Três Rios e lançaria, em 1994, seu segundo trabalho, intitulado "Quasímodo", que reafirma o Quaterna como principal banda progressiva brasileira em atividade. A temporada de divulgação deste novo disco ocuparia várias semanas de shows nos Teatro João Teotônio, em 1994. Feliz de quem conferiu..." (ERP)

RPB: Em 1997 a banda se apresentaria no Rio Art Rock Festival, abrindo para a banda sueca Par Lindh Project, onde apresenta músicas de um novo trabalho a ser lançado, além de contar com a participação especial de Kléber Vogel em uma música e Fred Fontes no baixo, substituindo Fábio. Deste show, lançam o CD Livre em 2000. Para surpresa de todos, a banda anuncia volta de Kléber Vogel para o Quaterna em 2002. Em 2003, Kléber e Wiermann lançam o CD À Mão Livre. Nele há uma música inédita do Quaterna Réquiem.

Músicos:
Claudio Dantas - bateria e percussão
Elisa Wiermann - teclados

Discografia:

Velha Gravura - 1990 - Faunus / Em CD em 1993
Quasímodo - 1994
Livre - Quaterna Records - 2000
À Mão Livre (Wiermann e Vogel) - 2003 - Quaterna Records

Som

Internet: http://www.progressiverockbr.com/quaterna.htm

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